A porta pesada de madeira se abriu com um clique suave, liberando um sopro de ar morno misturado com perfume caro, incenso e algo mais primal — o cheiro inconfundível de sexo que já estava no ar antes mesmo de começarem as apresentações.
Clara apertou a mão de Thiago com mais força do que o normal enquanto entravam no salão principal da casa. Aos 38 anos ela ainda virava cabeças sem esforço: corpo cheio mas firme, seios pesados que esticavam o decote do vestido preto justo, coxas grossas que o tecido abraçava sem piedade, e aquele andar de quem sabe exatamente o poder que carrega entre as pernas. Thiago, ao lado dela, 42 anos, barba bem aparada, corpo atlético mas sem exagero, usava uma camisa social azul-marinho desabotoada no primeiro botão. Os dois pareciam um casal comum que resolveu sair da rotina… até você olhar nos olhos deles.
Ela estava úmida desde o carro. Ele já sentia o pau semi-duro só de imaginar o que viria.
Mal cruzaram o hall, três homens que conversavam perto do bar viraram o rosto ao mesmo tempo. Um deles, alto, pele morena, barba cheia e tatuagens subindo pelo pescoço, deixou o copo suspenso no ar. Outro, loiro, mais jovem, corpo de academia, sorriu devagar, sem disfarçar que estava despindo Clara com os olhos. O terceiro era mais velho, uns 50 anos, cabelo grisalho curto, porte de quem manda no próprio negócio — e provavelmente mandava em várias mulheres também.
Clara sentiu o calor subir pelo pescoço. Seus mamilos endureceram contra o tecido fino do vestido.
— Meu Deus… — murmurou ela, inclinando-se para o ouvido do marido. — Eles já estão me comendo com os olhos.
Thiago passou a mão pela cintura dela, descendo até quase a curva da bunda, e respondeu baixinho:
— Eles vão te comer de verdade daqui a pouco, amor. Você quer isso, né?
Ela mordeu o lábio inferior e apenas assentiu, o olhar passeando pelos três homens e depois voltando para mais longe, onde viu outros dois casais e mais alguns homens solteiros circulando. Cinco pares de olhos masculinos já a haviam marcado.
Eles pegaram bebidas no bar. Clara pediu um gim-tônica bem forte. Thiago apenas água com gás — ele queria estar 100% lúcido para gravar cada segundo na memória.
Sentaram num sofá de veludo bordô em semicírculo, de frente para a famosa cama redonda que ficava no centro do salão maior, iluminada por spots vermelhos suaves. A cama já tinha lençóis pretos novos, como se soubesse que seria usada em breve.
Não demorou dez minutos.
O moreno tatuado foi o primeiro a se aproximar. Chamava-se Rafael.
— Vocês são novos aqui, né? — perguntou, voz grave, olhando diretamente para Clara.
— Primeira vez — respondeu ela, cruzando as pernas devagar, deixando a saia subir alguns centímetros a mais.
— E já escolheram onde querem brincar? — ele apontou com o queixo para a cama redonda.
Thiago sorriu de lado, tranquilo.
— Minha esposa escolhe. Eu só… acompanho.
Rafael riu baixo, gostou da resposta. Olhou para Clara de novo.
— Então, linda… você quer companhia hoje?
Clara olhou para Thiago. Ele apenas ergueu as sobrancelhas, como quem diz: a palavra é sua.
Ela respirou fundo, o peito subindo e descendo.
— Quero. Quero bastante companhia.
Rafael acenou com a cabeça para os outros dois que estavam perto. O loiro e o grisalho se aproximaram. Mais dois homens que estavam do outro lado do salão perceberam o movimento e vieram também, como predadores que farejam o momento certo.
Cinco homens. Exatamente cinco.
Clara sentiu a buceta pulsar só de contar.
Minutos depois eles estavam na cama redonda.
Thiago sentou num sofá de dois lugares a menos de três metros, pernas abertas, o pau já duro marcando a calça social. Clara ficou de quatro no centro do colchão, o vestido preto já embolado na cintura, calcinha preta minúscula puxada para o lado. Rafael foi o primeiro a se posicionar atrás dela, esfregando a cabeça grossa do pau na entrada melada.
— Vai devagar no começo? — perguntou ele, mais por educação do que vontade.
Clara olhou por cima do ombro, os cabelos caindo no rosto.
— Não. Enfia tudo.
Ele obedeceu.
Ela soltou um gemido longo, animal, enquanto os outros quatro se aproximavam, tirando as roupas. Mãos grandes começaram a apertar seus seios, puxar os mamilos, esfregar paus duros no rosto dela. Um deles — o grisalho — segurou a nuca dela com firmeza e colocou o pau na boca sem pedir. Clara abriu bem e engoliu até onde conseguiu, babando, gemendo com a boca cheia enquanto Rafael socava forte por trás.
Thiago assistia, a mão dentro da calça, se masturbando devagar. O tesão era tão grande que ele quase gozava só de olhar.
Em certo momento Rafael saiu de dentro dela, o pau brilhando. O loiro tomou o lugar imediatamente, mais grosso, mais curto, mas batendo com força. Clara gritou de prazer, o corpo tremendo.
Thiago se levantou do sofá. Chegou perto da cama. Ninguém o impediu.
Ele segurou o pau do grisalho que estava na boca dela, tirou por um segundo, olhou o comprimento babado, e então guiou ele mesmo de volta para os lábios entreabertos da esposa.
— Isso, amor… chupa bem gostoso pra ele — murmurou.
Depois se abaixou um pouco mais e, com a mão trêmula de tesão, segurou a base do pau do loiro que estava fodendo Clara e ajudou a alinhar melhor, empurrando devagar para dentro enquanto ela gemia alto.
— Tá gostando, minha putinha? — perguntou ele, voz rouca.
— Muito… muito… — ela conseguiu responder entre estocadas.
Os homens revezavam. Um gozou no rosto dela, outro nos seios. Rafael voltou e a virou de costas, fazendo-a cavalgar enquanto outro metia na boca. Em certo momento três paus estavam ao redor do rosto dela ao mesmo tempo; ela alternava, lambia, chupava, gemia. Thiago apenas observava, às vezes se aproximando para limpar o suor da testa dela com a mão, às vezes apenas se masturbando a poucos centímetros, o pau babando pré-gozo.
Quando o quinto homem — um moreno mais quieto que mal falava — a colocou de quatro de novo e começou a meter com força enquanto os outros seguravam as mãos e os braços dela, Clara gozou pela terceira vez. O corpo inteiro convulsionou, a buceta apertando o pau que estava dentro, esguichando um pouco no lençol preto.
— Caralho… ela gozou de novo — alguém disse rindo.
Thiago se aproximou mais uma vez. Com delicadeza, segurou o pau do homem que estava dentro dela, sentiu as veias pulsando, sentiu a buceta da esposa engolindo tudo, e então apenas ficou ali, segurando, ajudando o ritmo, enquanto olhava nos olhos dela.
Clara olhou de volta para ele, o rosto suado, maquiagem borrada, esperma escorrendo pelo queixo, e sorriu com os dentes cerrados de prazer.
— Te amo… — sussurrou ela.
— Eu também, minha vida — respondeu Thiago, a voz embargada de tesão e amor.
E continuou assistindo, se masturbando devagar, enquanto os cinco homens usavam sua esposa até ela ficar rouca de tanto gemer, até a cama ficar encharcada, até os cinco terem gozado pelo menos uma vez — alguns duas — e ela ficar ali, ofegante, satisfeita, destruída de prazer, com o olhar vidrado de quem finalmente teve exatamente o que queria.
Thiago se aproximou por último. Não meteu. Apenas se deitou ao lado dela, abraçou-a por trás enquanto os outros se afastavam devagar, e gozou forte nas costas dela, gemendo baixinho no ouvido:
— Você foi perfeita, amor. Perfeita.
Clara virou o rosto, beijou ele com gosto de outros homens na boca, e murmurou:
— Da próxima… quero seis.










