Juliana e Rodrigo haviam se divorciado há dois anos de forma tão civilizada que até os advogados ficaram impressionados. Sem brigas, sem rancor. Apenas o fim natural de um casamento que havia cumprido seu ciclo. Continuaram sócios na empresa de importação de vinhos, e a vida seguia. Agora, Juliana estava casada com Marcelo há oito meses — um homem carinhoso, seguro de si e absurdamente aberto a novas experiências.
A viagem de negócios a Salvador era obrigatória: reunião com fornecedores baianos, contratos milionários. Juliana sugeriu que Marcelo fosse junto. “Vamos transformar isso em lua de mel atrasada”, disse ela, piscando. Reserva feita no mesmo hotel de luxo à beira-mar, suíte com vista para o mar. O que eles não sabiam era que Rodrigo, o ex, também estaria hospedado lá — mesma reunião, mesma agenda.
O dia foi exaustivo. Reuniões até as sete da noite, calor de 34 graus, ternos e saltos altos. Quando chegaram ao restaurante do hotel, Juliana e Marcelo escolheram uma mesa discreta no canto, luz baixa, velas acesas. Ela usava um vestido preto curto, justo, sem sutiã, os seios fartos marcando o tecido. Marcelo, camisa social desabotoada no peito, calça clara, segurava a mão dela por baixo da mesa.
Do outro lado do salão, Rodrigo estava sozinho numa mesa pequena. Camisa branca, barba bem aparada, o mesmo ar de executivo que Juliana conhecia tão bem. Ele os viu primeiro. O coração deu um salto. “Merda”, pensou. Levantou-se discretamente, tentando sair sem ser notado.
— Rodrigo? — a voz de Juliana cortou o ar.
Ele parou, virou-se com um sorriso constrangido.
— Oi… não queria atrapalhar. Vi vocês dois aqui e…
Juliana já estava de pé, sorrindo.
— Não seja bobo. Vem sentar com a gente.
Rodrigo olhou para Marcelo, esperando rejeição. Em vez disso, Marcelo se levantou, apertou a mão dele com firmeza e um sorriso genuíno.
— Senta, cara. A gente estava falando de você agora há pouco.
Rodrigo ergueu a sobrancelha, sentando-se entre os dois.
— Falando de mim? Espero que não fosse nada ruim.
Marcelo riu baixo, servindo uma taça de vinho para o ex-marido da esposa.
— Pelo contrário. A gente estava… fantasiando. Juliana me contou que vocês dois tinham uma química foda na cama. E aí eu brinquei: “imagina se a gente acabasse fazendo um ménage com o Rodrigo”. E cinco minutos depois você aparece aqui. O universo tem senso de humor, né?
O silêncio caiu por dois segundos. Juliana mordeu o lábio, o rosto corado, mas os olhos brilhando de tesão. Rodrigo olhou de um para o outro, incrédulo.
— Vocês… estão falando sério?
Juliana colocou a mão sobre a dele, apertando de leve.
— Muito sério. Se você topar… a gente topa. Sem pressão. Sem ciúmes. Só prazer.
Rodrigo respirou fundo. O pau já começava a endurecer só com a ideia.
— Caralho… eu topo. Sempre quis ver você sendo fodida por outro homem… e agora eu posso participar.
O jantar terminou rápido. Ninguém comeu a sobremesa. Subiram os três para a suíte de Juliana e Marcelo, o elevador carregado de tensão sexual. Assim que a porta fechou, Juliana puxou Rodrigo pelo colarinho e o beijou com fome — o beijo que ela conhecia de cor, mas que agora tinha gosto de proibido. Marcelo assistia, tirando a camisa devagar, o pau marcando a calça.
— Tira o vestido dela — Marcelo ordenou para Rodrigo.
Rodrigo obedeceu. O vestido preto deslizou pelos ombros de Juliana, revelando os seios pesados, mamilos duros. Ele chupou um deles enquanto Marcelo chupava o outro. Juliana gemeu alto, segurando as cabeças dos dois homens contra o peito.
Eles a levaram para a cama king size. Juliana deitou de costas, pernas abertas. Rodrigo se ajoelhou entre elas, lambendo a buceta depilada com vontade, enfiando a língua fundo enquanto Marcelo enfiava o pau na boca dela. Ela chupava o marido atual com devoção, babando, enquanto o ex comia sua buceta como só ele sabia fazer.
— Troca — Juliana pediu, rouca.
Agora era Marcelo lambendo a buceta dela enquanto Rodrigo fodia sua boca. Depois inverteram de novo. Rodrigo meteu primeiro: devagar, sentindo a buceta quente e molhada engolir seu pau grosso. Juliana arqueou as costas, gemendo:
— Ah, porra… ainda lembra como eu gosto…
Marcelo assistia, masturbando-se, depois se posicionou atrás de Rodrigo e segurou a cintura de Juliana, ajudando o ritmo. Em certo momento, os dois homens se ajoelharam na cama, paus duros lado a lado. Juliana alternava: chupava um, depois o outro, lambendo as bolas, gemendo com a boca cheia.
Eles a viraram de quatro. Rodrigo meteu na buceta por trás enquanto Marcelo enfiava na boca. Depois trocaram. Juliana gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, esguichando no pau de Rodrigo.
— Quero os dois dentro de mim — ela pediu, voz suplicante.
Deitaram-na de lado. Marcelo deitou atrás, enfiando o pau no cu dela devagar, lubrificado com a própria boceta molhada. Rodrigo se posicionou na frente, metendo na buceta. Os dois paus entrando e saindo ao mesmo tempo, esticando Juliana ao limite. Ela gritava de prazer, unhas cravadas nos lençóis.
— Mais forte… me fodam juntos… eu sou a puta de vocês dois hoje…
Os homens gemiam, suados, segurando os quadris dela. Rodrigo gozou primeiro, enchendo a buceta de Juliana. Marcelo veio logo depois, gozando fundo no cu dela. Juliana gozou pela terceira vez, o corpo convulsionando entre os dois ex-maridos, esperma escorrendo pelas coxas.
Os três caíram na cama, ofegantes, rindo baixinho. Juliana no meio, uma perna sobre cada um.
— Melhor lua de mel da minha vida — murmurou ela, beijando primeiro Marcelo, depois Rodrigo.
Rodrigo sorriu, passando a mão na coxa dela.
— E a reunião de amanhã? A gente vai conseguir se concentrar?
Marcelo riu.
— Depois dessa noite… duvido. Mas valeu cada segundo.
A luz da lua baiana entrava pela janela, iluminando os três corpos entrelaçados. Em Salvador, o que começou como uma simples viagem de negócios virou a fantasia mais safada que Juliana poderia imaginar — e os dois homens que mais a desejavam estavam ali, satisfeitos e prontos para repetir quantas vezes ela quisesse.










