Ménage no São Francisco: Sol, Rio e Porra

Era um sábado ensolarado de maio em Petrolina. O Rio São Francisco brilhava como uma lâmina de prata sob o céu azul sem uma nuvem. Lucas e Beatriz haviam convidado Clara, a melhor amiga de Beatriz, para um passeio de lancha. “Só relaxar, tomar uma cerveja gelada e curtir o rio”, foi o que Beatriz disse por mensagem. Mas os dois sabiam que a intenção ia muito além disso.

Clara era linda: 29 anos, corpo atlético de quem corre todos os dias, pele morena dourada, cabelos cacheados castanhos longos, bunda empinada e seios médios que chamavam atenção mesmo de biquíni. Beatriz, 31 anos, era mais curvilínea, com quadris largos, seios grandes e um sorriso safado que desarmava qualquer um. Lucas, 34, alto, barba bem feita, corpo definido de quem malha, era o tipo que as duas olhavam com desejo.

A lancha era uma Triton branca de 25 pés, com cabine pequena, banheiro e um deque amplo com almofadas. Saíram do píer de Petrolina por volta das 10h. O vento quente batia no rosto enquanto navegavam rio acima, passando pelas margens verdes e rochas avermelhadas.

Depois de uma hora, ancoraram numa enseada isolada, quase uma praia particular cercada de vegetação. O sol estava forte. Lucas abriu uma cerveja para cada um.

— Tira a saída de praia, vai — Beatriz disse para Clara, tirando a sua própria e ficando só de biquíni vermelho minúsculo.

Clara hesitou dois segundos, mas obedeceu. O biquíni branco dela mal cobria os mamilos e a parte de baixo era fio dental. Lucas não disfarçou o olhar. Beatriz sorriu, gostando da reação do marido.

Beberam, riram, tiraram fotos. Em certo momento, Beatriz se aproximou de Clara por trás, abraçando-a pela cintura.

— Você tá gostosa pra caralho hoje — sussurrou no ouvido da amiga, roçando os seios nas costas dela.

Clara riu, nervosa, mas não se afastou. Lucas observava, o pau já começando a marcar a bermuda.

— Vocês duas juntas… isso sim é paisagem melhor que o rio — ele disse, voz rouca.

Beatriz não perdeu tempo. Virou Clara de frente para ela e a beijou. Foi um beijo lento no começo, lábios macios se tocando, depois línguas se enroscando com fome. Lucas se aproximou, ficando atrás de Clara, beijando seu pescoço enquanto apertava sua bunda com as duas mãos.

— Vocês planejaram isso? — Clara perguntou, ofegante, entre um beijo e outro.

— Talvez… — Beatriz respondeu sorrindo. — E você topa?

Clara mordeu o lábio, olhou para Lucas, depois para Beatriz.

— Eu topo pra caralho.

As peças de biquíni voaram. Beatriz ajoelhou-se primeiro, puxando o biquíni de Clara para o lado e enterrando o rosto entre as pernas dela. Lambeu devagar, circulando o clitóris, enquanto Lucas beijava Clara com desejo, apertando seus seios e beliscando os mamilos. Clara gemia alto, as pernas tremendo.

Eles deitaram Clara nas almofadas do deque. Lucas abriu as pernas dela e meteu devagar, sentindo a buceta quente e encharcada engolir seu pau grosso. Beatriz sentou no rosto da amiga, rebolando enquanto Clara lambia sua buceta com vontade, as mãos apertando as coxas de Beatriz.

— Isso… lambe a buceta da minha mulher enquanto eu te fodo — Lucas rosnava, estocando mais forte.

Trocaram de posição várias vezes. Beatriz de quatro, sendo comida por Lucas enquanto chupava os seios de Clara. Depois Clara cavalgando Lucas, os seios balançando, enquanto Beatriz sentava no rosto dele e beijava a amiga.

O calor estava insuportável. Suor escorria pelos corpos. Lucas deitou de costas e as duas mulheres se ajoelharam na frente dele, chupando seu pau juntas — línguas se encontrando na cabeça, uma lambendo as bolas, a outra engolindo fundo. Ele quase gozou ali.

— Quero os dois ao mesmo tempo — Clara pediu, voz manhosa.

Beatriz deitou de lado, abraçando Clara por trás. Lucas posicionou Clara de quatro entre elas. Primeiro meteu na buceta dela, depois tirou e enfiou no cu devagar, lubrificado com a própria saliva e os fluidos da buceta. Clara gemeu alto, empinando mais. Beatriz enfiou dois dedos na buceta da amiga enquanto Lucas fodia seu cu.

— Mais forte… me fode bem gostoso — Clara implorava.

Lucas acelerou, batendo forte, enquanto Beatriz chupava os seios dela. Clara gozou primeiro, tremendo inteira, apertando o pau no cu. Beatriz gozou em seguida, esfregando a buceta na coxa de Clara.

Por fim, Lucas puxou o pau e as duas se ajoelharam na frente dele. Chuparam juntas, olhando para cima com olhos pidões. Ele não aguentou: gozou forte, jorrando por todo o rosto e seios delas. As duas riram, lambendo o esperma uma da outra, se beijando com gosto de porra.

Exaustos, os três se deitaram nus no deque, o sol batendo na pele suada, o rio calmo ao redor.

— Melhor passeio de lancha da minha vida — Clara murmurou, ainda ofegante, uma mão na coxa de Beatriz e a outra no peito de Lucas.

Beatriz sorriu, beijando o ombro da amiga.

— E olha que ainda tem a volta… e a noite inteira no píer.

Lucas riu, já imaginando a continuação.

O Rio São Francisco nunca tinha visto tanto tesão num único dia.

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